Literatura moderna

1966
Sergio Barsella e Carlo Francesconi

Dante, Boccaccio e Shakespeare são os três símbolos da poesia, da ficção e do teatro, que têm que lidar com as novas modas da literatura moderna, especialmente com os quadrinhos.

Não falemos deles, mas olha e varra

1966
Sergio Baroni

Homenagem a Dante representado como um crítico implacável das novas tendências de comunicação: meios de comunicação, televisão e operadora de cinema

Comédia 70

1971
Silvano Avanzini

A Divina Comédia como paradigma da situação política italiana dos anos 70: no Inferno o proletariado, no Purgatório a burguesia e no Paraíso os governantes.

Quando o caminho certo estava perdido

1985
Giovanni Strambi e Guidubaldo Francesconi

Citação de Dante para retratar a situação do mundo do trabalho e das políticas sindicais na Itália naqueles anos. No topo da estrutura estão representados os sindicalistas Luciano Lama, Pierre Carniti, Giorgio Bevenuto.

Um ponto a mais que o diabo

1987
Arnaldo e Giorgio Galli

Um gigantesco demônio de Dante olha do inferno para contemplar o mundo em ruínas por mão do homem e alegrar-se com a destruição desencadeada pela negligência e pela exploração.

O império do mal

1989
Silvano e Alessandro Avanzini

Os três cantos de Dante como alegoria do contraste entre Oriente e Ocidente. No inferno a União Soviética com Stalin, no Purgatório a Perestroica de Gorbaciov, tentando escalar o Paraíso representado pelos países do Bloco Ocidental, com os EUA de Reagan no centro.

A nova Comédia

1992
Mario Neri

Dante imagina uma nova jornada pelo Inferno para uma nova narrativa dos vícios humanos. Mas nos círculos do inferno desta vez encontram-se os personagens da política italiana dos anos oitenta – noventa.

Por mim se vai à cidade dolente

1993
Renato Verlanti e Giovanni Lazzarini

Milão é a cidade dolente, porque daqui começou a avalanche judicial de tangentopoli que varreu a velha classe política italiana. Dante, no proscênio da carroça, conta aquele momento histórico sem poupar a ninguém.

Se eu fosse... o criador

2009
Carlo Lombardi e Roberto Vannucci

Berlusconi, levado por seu desejo de onipotência, assume o papel do grande poeta Dante Alighieri para escrever uma nova versão da Divina Comédia à sua imagem e semelhança, com a oposição no Inferno e ele representado no Paraíso.

Não falemos deles, mas olha e passa

2012
Roberto Vannucci

Os sete pecados capitais, retratados como obstáculos no caminho da vida do homem, tentam ameaçá-la. Mas a pureza do nascimento de uma criança é sempre portadora de beleza e salvação.

Deixais toda a esperança, vós que entrais... para a agência

2012
Alfredo Ricci

Sátira contra a opressão dos impostos e das cobranças retratados como um vampiro que se esconde no escritório da Agência de Receita.

Venha, venha comigo

2012
Emilio Cinquini

Um novo Dante fala das tentações, retratadas por persuasivas harpias, e usadas pelo diabo para levar Silvio Berlusconi consigo ao Submundo.

Perdeis toda a esperança, vós que entrais

2015
Andrea Pucci

Os círculos de Dante com os líderes da política italiana contemporânea para expiar suas culpas.

O amor que move o sol e as outras estrelas

2017
Giampiero Ghiselli e Chiara Franceschini

Homenagem ao amor em todas as suas formas e belezas, a partir do famoso verso composto por Dante.

A cultura assusta

2020
Silvano Bianchi

Em um momento difícil de degradação cultural, grandes clássicos como Dante e a Divina Comédia são postos em perigo.

Por mim se vai à cidade dolente...

2020
Rodolfo Mazzone

A obra que retrata o drama dos migrantes.

Inferno 2.0 - a divina comédia na época das redes sociais

2020
Carnival Lab Academy

Representação alegórica e satírica da mania das redes sociais por meio de imagens e símbolos do inferno de Dante.